Ter par pra trepar


Hoje é terça-feira by terparpratrepar
junho 7, 2009, 5:34 am
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Eu não acredito, eu não acredito, eu não acredito, eu não acredito não

Só acredito no semáforo
Só acredito no avião
Eu acredito no relógio

Todos seus amigos
Todos meus amigos
Todos meus amigos
Todos meus amigos
Voam.

Todos meus amigos
Todos meus amigos
Todos meus amigos
Todos seus amigos
Todos meus amigos
Todos meus amigos
Todos meus amigos
Todos meus amigos
Querem morrer.



o analfomegabetismo somato psico psico pneumático by terparpratrepar
maio 5, 2009, 1:54 pm
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Inicio com uma tentativa de desculpas por minha ausência aos que me abordaram, com convocatórias calorosas à Marcha da Maconha. Para chegar ao evento dos lanternas verdes, terei que duelar perversamente com Cavaleiros das blitzs promovendo uma desmobilização social. O argumento do bafômetro não convence pela cervejinha. A Ordem é uma medusa que paralisa nossos desejos. Em um tempo lógico, onde a crença, o consumo e a castração são signos dominantes na formação da subjetividade, por sinal, a crise da subjetividade. Ao acender unzinho, o sujeito se torna um exibicionista kamikaze; as paranóias povoam o ambiente subjetivo – o cheiro, a polícia, o vizinho, a fumaça. Imagino aí mais uma castração no gozo subjetivo. Nunca relaxe. Por outro lado, pouco parece inibir o desejo. Tem sempre alguém acendendo um. De modos que todos os inocentes álibis foram apresentados. Faço parte da turminha que permanece na fenda burguesa; Votamos no PT, Sartre é recorrente em competitivas conversas de bar e alguns até odeiam/amam Tom Zé – neste caso deixemos de lado quem quer ser mais transgressor. Quando o Cavalheiro aborda a gente em um duelo perguntando se tem maconha no veículo, baixamos nossos vidros e sonoramente: – Não, senhor. Nessas horas o sujeito não sabe nem o que é seda. Comprovando aqui, a impossibilidade de comparecimento dos habitantes da fenda burguesa, na convocatória dos lanternas verdes. Nosso encontro fica guardado para o próximo carnaval, num show do cordel do fogo encantado, quando alguém do nosso lado da fenda não tiver seda, a presença dos lanternas verdes universitários será soará fraternal.

 

Termino este texto, pós 4:20, com um background interessante; através do meu notebook, uma tv exibe Os incompreendidos. A metalinguagem intuitiva por si só já exibe minhas desculpas, a qualquer tentativa equivocada do texto.



p.s: cubes of sugar by terparpratrepar
fevereiro 4, 2009, 4:22 am
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Eu li há muito tempo atrás, talvez em 2007, uma pesquisa que falava como o primeiro beijo poderia determinar como seria o futuro da relação, acho até que quando li essa matéria eu já tinha te beijado a primeira vez. E eu sempre fico rindo pensando nesse primeiro beijo mesmo, que foi completamente roubado por você, numa carona de táxi. Depois você ligou pra mim no meio da madrugada, daquele beijo roubado no táxi numa despedida, querendo trepar comigo, desacreditei e fui trepar com outro. E aí eu lembro também do nosso primeiro beijo-fluxo. Aprendi com você essa nova categoria, beijo-fluxo. Antes de você não existia. É como se todo meu desejo se acumulasse nuclearmente em meu estômago, até o momento em que percebo que em vc também se percebe nessa guerra nuclear e a gente se beija. Horas falando sobre uma laje no recreio, o quanto eu estava chapada e você bêbada. E eu falei pra caralho sobre cruzeiro do sul, três marias e uma série de alucinações cósmicas. Mas você me disse, tempos depois, que não gostou muito assim desse primeiro beijo, talvez a velocidade, o núcleo. Beijei outras bocas por aí. Até que um dia a gente se encontrou em um café, tomou uma água com gás e tivemos nosso segundo beijo-fluxo.
E numa média aritmética, dos casais errantes e apaixonados, se beija muito por aí. Tenho essa mania esquisita de sempre reverter a estatística tudo que faço em meu dia, quanto tempo passo tomando banho, comendo, dormindo, beijando. Sim, dizem por aí que no começo de um relacionamento amoroso, costuma-se beijar em torno de 30min por dia. Por várias vezes superamos bastante essa média da pesquisa inglesa. Por muitos dias, te dei uns três beijos ao dia, incapaz de fugir de seus lábios e puta demais para permanecer mais de 3 segundos neles. Sim, por que é foda, nossa vida nem sempre é esse mar de rosas e nem sempre eu quero te beijar, já assumimos nossas mágoas. Caminhamos na sinceridade obscura do desejo. E eu to aqui escrevendo esse texto e você dormindo. Dentro desse um ano e um mês que vamos nos beijando, a dualidade da sua boca me permite viver. Numa média aritmética, novamente, seguindo bem essa pesquisa inglesa que eu li, a gente já deve ter acumulado uma milha de umas 200horas de beijo. O que na verdade eu acredito que tenha sido bem mais. E hoje nem é nosso aniversário de namoro, nem uma data muito especial em que viajamos pela primeira vez para algum lugar fantástico e inacéssivel. Eu tô aqui na minha cama com o laptop no colo, pensando que a gente tá perdendo 30min numa madrugada de beijos-fluxos. E você dormindo ao meu lado. E eu desejo sempre a sensação incalculável, no tempo ou espaço, de estar em sua boca. Espero todas as horas com você, babe.



placebo by terparpratrepar
fevereiro 3, 2009, 5:10 am
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Alguma hora a insônia tinha que se fazer musa: encontrei afrodite e a vejo dormir.



O movimento buferiza a sujeira – Uma investigação ao mundo da dança contemporânea. by terparpratrepar
janeiro 13, 2009, 5:12 am
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A moral está contida na ética. Esta é função da primeira (strictu sensu). O que é moral pra sociedade talibã pode não ser pra sociedade americana, e vice-versa. Os indivíduos podem guiar a sua ética, a depender da moral vigente em sua sociedade. Na televisão ou na internet, temos a melhor foto de nossa moral atual: relações triangulares, sexo em tempo real por bigbrothers, fetichismos, pornblogs, pornfotologs, pornsites, porntube, porntudo. Adentrar a intimidade alheia tornou-se tão natural quanto um avião que perfura torres gêmeas. Tamanha perversão somente se-lhe neutraliza a tensão com mais exibicionismo-voyeurismo. É aí onde entra o papel de quem assiste, ou seja, quanto maior a aproximação do voyeur, mais fogo incendeia a relação dos exibicionistas.
Dessa maneira, qual o nível de sua aproximação-voyeur para a intimidade alheia? Você pretender aproximar-se, mesmo não sendo convidado? Isso tem conseqüências inflamáveis.
Quem age assim, ofende o outro e a si mesmo, gerando o negativo da ética, ou seja, ‘se me exponho, posso expor alguém’.



Cyber Etiópia by terparpratrepar
dezembro 3, 2008, 5:04 pm
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a primeira refeição

cigarro e coca-cola.



O diabo é deus de folga by terparpratrepar
novembro 17, 2008, 4:43 pm
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Me visitando em suas férias.




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