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Eu preciso escrever este post só para deixar registrado o fato do meu cabelo ter habilidades ninja. Faz 5 meses que eu não corto, uma juba enorme; no dia em que eu resolvo cortar, ele fica lindo e maravilhoso. Não que ele não seja, claro, meu cabelo é sempre lindo, assim como eu, mas… hoje ele tinha que estar horroroso! Mas não, exclusivamente hoje, ele resolve acordar exatamente como eu gosto: bem emo.
Eu mereço.
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Eu fico aqui pensando sobre como acontece. Já pensou sobre aquela coisa grandiosa em sua vida, que você chama de amor, como ela aconteceu? em pensar que as vezes ela nasce das trivialidades, das banalidades, como um pequeno passa tempo.
E eu fico aqui pensando onde a coisa aconteceu, onde me pegou forte, onde me deixou sem ar e saiu habitando tudo que há dentro de mim. Não dá pra saber quando foi, só dá pra saber que é. existe e é fato, chega a ser palpável.
E muitos ensaios, rituais e liturgias. Esses ensaios que nos acostumamos, esse jogo de gato-rato para se conquistar, entrar no universo do outro e mostrar o seu universo. E tudo isso foi desnecessário, afinal, eu só queria tá ali, sendo feliz. Calada e sentindo. E é isso que eu aprendi, a sentir. Sentir coisas que eu jamais me imaginei capaz, esse sentimentozinho que começa pequeno e se torna mar. amar intransitivo.
E todo esse texto começa, porque estou cá colocando roupas pra lavar e sinto um cheiro na minha blusa. Reconheço. Não poderia dizer que me lembrei, afinal a gente só lembra de algo que é capaz de esquecer. Eu não consigo esquecer. Aliás, martela o tempo todo.
Então, é sobre isso que falo aqui. Das minhas pequenas epifanias. O que sinto no corpo todo é precioso e sagrado. E eu guardo em uma bela caixa adornada, que poderia chamar de caixa torácica.
É sobre amor e nada mais. É só isso que tenho pra dar. E eu achei.
Para ler ouvindo Gal Costa – dê um rolê
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Bandinha do ano não é nem deste ano. Tentei pensar em outra coisa, mas sei que seria um absurdo falar de outra banda, principalmente se no meu (de Raquel, na verdade) discman (que eu, por acaso, já devolvi, visto que meu pai resolveu me dar um mp3 player de presente de vestibular – foi, eu passei) não tocou outra coisa senão The Alternative, de IAMX.
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Música de foder do ano… sei não, ouvi tão pouca coisa voluptuosa em 2006. Ainda acho que Tear You Apart, de She Wants Revenge, pode ser utilizável, apesar de nunca ter experimentado. Sabe como é, né? Ano de vestibular, a pessoa… enfim.
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Agora, que a música mais dançante do ano é Less Talk More Rokk, de Freezepop, nem eu nem mais ninguém tem dúvidas. Tá, vai, foi pra causar impacto, eu confesso. Além do que, Guitar Hero 2 comanda muito.
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Ah, a merda do ano foi o Nokia Trends, que resolveu acontecer um dia antes do vestibular da federal. Falta do que fazer, né? Até parece que não existem pessoas viciadas em Ladytron e Hot Hot Heat que fazem vestibular pelo Brasil. Festival assim a gente marca é no dia de Natal, ou no reveillon, porque pra família a gente pode dizer um “não” e… é.
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Postando rápido por hoje. A comissão dessa bodega anda sem tempo pra postar. Em breve retornaremos.
Em ritmo de fechamento do ano, vamos dar um trófeu para algumas categorias.
1- Momento amor(ponto) do ano – (piada interna 1)
2- Fui escrota e não me arrependo (piada interna 2)
3- Amiga fura-olho (piada interna 3)
4- Momento pirotécnico do ano (piada interna 4)
5- Fora do ano
6- Música pra trepar
7- Espero que esse sem noção não me apareça mais em 2007
8- Frase do ano (essa vai ser foda)
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Bandinha do ano: sem dúvida é midlake.
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Clarice Lispector:
A hora da estrela: macabéa só se fode.
A paixão segundo G.H.: G.H. come uma barata e fica muito doida.
Perto do coração selvagem: uma menina louca que cresce e quer voar como um cavalo branco(?)
Água viva: psicótica maníaca depressiva à beira de um ataque de nervos escrevendo em seu diário. não comeu nem cheirou nada, mas também está muito doida.
Um sopro de vida (pulsações): o narrador pensa que é gente.
Felicidade clandestina: menina egoísta e egoncêntrica nega emprestar seu livro de Monteiro Lobato. Futuro da menina: negar fogo.
O ovo e a galinha: nem Clarice entendeu.
Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres: se todo mundo sabe chupar e comer, deve-se a esse livro.
Como diria o gênio: quem come gente mesmo é professor de cursinho. Ericka e Guilherme contribuindo para os futuros vestibulandos. Mais resumos, no quarto com a luz apagada.
P.S.: Este post foi escrito em conjunto. Uma união do caralho, um por cima do outro, uma instiga da porra.
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Papo entre amigos
A: Eu aluguei uns filmes, truffaut, peter greenway, bergman.
B: tu só aluga filme pseudocult agora.
A: é mesmo né? acho que vou pegar um hitchcock pra relaxar.
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Tem horas que você tem vontade de surtar.
Tudo é vago e muito vário
meu destino não tem siso,
o que eu quero não tem preço
ter um preço é necessário,
e nada disso é preciso
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Sobre bandas suecas.
Egs fez uma boa colocação em relação ao ABBA. E eu digo mais uma coisa: ACE OF BASE E ROXETTE.
Suécia só deu coisas boas: The (International) Noise Conspiracy, Kent, The legends, The Wannadies, The Hives, El Perro del Mar, Suburban Kids with Biblical Names, Cardigans (que a gente só conhece o amor por causa da Nina Persson) e Acid House King. Com toda certeza deve ter ainda mais bandas mas eu só conheço essas.
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Música do Futuro. Em breve o daft punk deve tá fazendo isso aí. O legal é que nem vai precisar de vídeo clipe.
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A MTV passou nessa segunda-feira um Tribunal de Pequenas Causas Musicais até interessante. O caso? Michael Jackson.
Afinal de contas, qual será o próximo passo dele? Não que eu ache que Michael Jackson fez muitas reviravoltas na própria carreira, mas que ele precisa tomar alguma decisão sobre si próprio para se encaixar novamente no mainstream, isso é fato. Bem, é fato pelo menos pra mim.
E talvez ele deva vir com um cd cheio de fotos no encarte em que ele tenta domar dois crocodilos e em seu primeiro clipe ele apareça ciscando como uma galinha louca na areia, vestido de havaiana – lógico. Talvez ele queira arriscar na cabeça raspada, uma boa yoga e techno disfarçado de eurotrash…
Minha dica, Michael? Aproveita que Gerard Way, do My Chemical Romance (acharam mesmo que eu não ia falar deles, né?), oxigenou o cabelo e resolveu fingir que tem câncer e rouba o antigo visu dele, gato. Se você lançar um disco de emo tipo A-GO-RA, com certeza vai ser o maior sucesso da sua carreira.
Vai por mim, Michael. Eles não ligam pra gente!
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Começo agora os seguintes… vocês entenderam.
1- Liv, volta mesmo! Protesto de fã xiita que lê seu blog desde que você era coca-cola girl, ou seja, deve valer mais que um simples pedido. Eu acho, pelo menos.
2- PRESENTE!
A respeito dos pentelhos: quem não viu ainda, procura no google ou no youtube, dizem que lá tem de tudo. Eu, pouco informado que sou, não sei direito se é verdade, mas Éricka – antenada como ninguém – com certeza assina embaixo.
O presente é sueco e merece até uma estorinha de como eu conheci a banda.
Um dono de uma gravadora independente encontrou meu e-mail no forum de Mew e resolveu me pentelh… apresentar as bandas. Kuryakin foi a coisa mais legal – e de pior nome – que encontrei por lá. Claro que eu tive que passar um mês inventando mentiras para não comprar os eps, mas valeu muito a pena. E foi isso. Ouçam, é sueco!
Kuryakin
P.S.: Quem achava que o primeiro post ia ser sobre My Chemical Romance se fodeu!
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Começamos agora os seguintes protestos:
1- Liv, VOLTA! O blog mais legal tem que voltar.
2- Guilherme aka ruivo*, que também faz parte desse blog deveria postar. Então vamos lá: Guilherme, POSTA!
Um presente a quem interessar, o cd do Various Production que eu dei um upload. Vou disponibilizar pra todo mundo. Downtempo, grime e dubsetp da melhor qualidade. Coloque Tv on the radio, The streets, Aphex Twin e Portishead no liquidificador e o resultado é parecido com o disco.
http://rapidshare.com/files/3106001/various_production-the_world_is_gone-_xl_-2006-soup.zip.html
*Ruivo de verdade, do tipo que tem pentelhos ruivos mesmo.
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Eu tenho certeza absoluta que o Mike Patton (Faith no more) só fez aquela versão de Easy (Commodores) pra comer geral. Em 93 todo mundo dava uns amassos ao som dessa bela canção.
Aliás, continuo achando que o Fantomas é mais um desses projetos do Mike Patton pra comer geral. Nesse caso, comer indies.
Em papo com a Voz do brasil (aka Egs), ele revela prévia do próximo solo de óculos escuros.
“Trilha de todas as minhas reunões dançantes, onde era completamente ignorado pelas garotas. Invariavelmente, acabava conhecido como o guri que sempre achava um jeito de levar uma ceva(quente) dentro da mochila pra beber no canto. Sei que a faixa é batida, mas respeitem meus sentimentos.”
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Tem coisas que só o Mike Patton faz por você.

