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NÃO HÁ PROBLEMA
Em você me beijar.
Na boca, eu digo, não há problema em passar a madrugada trepando com as janelas abertas. Não há nenhum problema em querer você aqui só pra mim sem nenhuma filha da puta te contando algo inacreditável sobre um assunto de merda. Sim, filha da puta e assunto de merda e esse blog é meu, lembra?
Nem tente me convencer de que somos iguais aos outros porque não somos, eles têm um jeito escroto de resolver as coisas que nós não temos. Temos nossas cicatrizes e mágoas e boletins de ocorrência, sim temos, mas ao menos estávamos ali.
E para sempre teremos essa tosse, que não sai porque os demônios que alugaram nosso peito fizeram um longo contrato. E eles têm fiador.
(eu pago muito pau pra Fernanda D’umbra)
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Tem uma coisa que meio que começou a me irritar agora. Irritar não, porque é exagero, e meu novo projeto 2007.2 é ser mais tolerante, mas, digamos… eu não entendo, enfim. Por que diabos estão falando tanto do cd novo do Interpol, hein? A banda é foda, o cd está sendo bastante esperado, ok. Mas, caralho, em tudo que é blog por aí tem que ter uma mp3 ao vivo do cd novo, com uma qualidade bem horrível e coisa e tal. Pra que, senhor?
Além do que, a capa é HORRÍVEL.
Superem, ok? Deixem pra falar quando o cd sair, porque eu sei que vai ser muito bom sim e coisa e tal.
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O carinha é tosco mas vale muito a pena, tô viciadíssima nessa música.
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Muita coisa chama minha atenção, mas não ao ponto de eu ter que vir postar aqui apenas uma música e fazer o que fizeram comigo: de colocar lá apenas uma música e me deixar com muita vontade de ouvir TUDO que essa banda fez. Enfim, escutem Windmill.
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Simian Mobile Disco – Attack Decay Sustain Release
The Polyphonic Spree – The Fragile Army
E isso tudo porque eu decidi que ia postar o Night of The Furies, de Rosebuds. Vejam só, o único que não achei…
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Vê, Pass This On é muito boa, é verdade. Dá vontade de dançar que nem as pessoas do clipe e tudo mais, é verdade. Mas acho que já passou um pouco a febre, né? Tipo, acho que enjoei, de repente, exceto quando estou bêbado, porque aí também é foda.
Vamo dançar We Share Our Mother’s Health como africanas no cio?
Agradeço, sabe?
P.S.: Acho que dá pra saber que eu falei de The Knife, né? Por favor…
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Em tempos de não sei exatamente o quê, amigos muitíssimo queridos assistindo a finale da 5ª temporada de six feet under, fui inventar de assitir também, pra recordar.
Fim dos tempos, por enquanto, acho.
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Sabe quando você não espera nada de nada, simplesmente ouve as mesmas coisas que esteve ouvindo há umas duas semanas e uma coisa muito boa aparece na sua frente, meio que pedindo que você experimente? Pois é. Eu já tinha gostado muito do disco anterior, The Alligator, mas nada de ouvir sem parar, ou coisa parecida. Já tinha, também, baixado a faixa de abertura, Fake Empire, em um bom site aí. Música foda, ouvia muito, mas faltava a obra completa, dá pra sentir.
Até que eu resolvi baixar, porque vi uma amiga ouvindo (coisa de plugin de msn).
Morri, ok?
Baixem, por favor.