Ter par pra trepar


o analfomegabetismo somato psico psico pneumático by terparpratrepar
maio 5, 2009, 1:54 pm
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Inicio com uma tentativa de desculpas por minha ausência aos que me abordaram, com convocatórias calorosas à Marcha da Maconha. Para chegar ao evento dos lanternas verdes, terei que duelar perversamente com Cavaleiros das blitzs promovendo uma desmobilização social. O argumento do bafômetro não convence pela cervejinha. A Ordem é uma medusa que paralisa nossos desejos. Em um tempo lógico, onde a crença, o consumo e a castração são signos dominantes na formação da subjetividade, por sinal, a crise da subjetividade. Ao acender unzinho, o sujeito se torna um exibicionista kamikaze; as paranóias povoam o ambiente subjetivo – o cheiro, a polícia, o vizinho, a fumaça. Imagino aí mais uma castração no gozo subjetivo. Nunca relaxe. Por outro lado, pouco parece inibir o desejo. Tem sempre alguém acendendo um. De modos que todos os inocentes álibis foram apresentados. Faço parte da turminha que permanece na fenda burguesa; Votamos no PT, Sartre é recorrente em competitivas conversas de bar e alguns até odeiam/amam Tom Zé – neste caso deixemos de lado quem quer ser mais transgressor. Quando o Cavalheiro aborda a gente em um duelo perguntando se tem maconha no veículo, baixamos nossos vidros e sonoramente: – Não, senhor. Nessas horas o sujeito não sabe nem o que é seda. Comprovando aqui, a impossibilidade de comparecimento dos habitantes da fenda burguesa, na convocatória dos lanternas verdes. Nosso encontro fica guardado para o próximo carnaval, num show do cordel do fogo encantado, quando alguém do nosso lado da fenda não tiver seda, a presença dos lanternas verdes universitários será soará fraternal.

 

Termino este texto, pós 4:20, com um background interessante; através do meu notebook, uma tv exibe Os incompreendidos. A metalinguagem intuitiva por si só já exibe minhas desculpas, a qualquer tentativa equivocada do texto.

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